Este documento foi elaborado para fins de divulgação institucional, combinando informações públicas da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo com texto autoral do Prof. Dr. Helio Dias. O relato pessoal foi preservado como testemunho do autor.

A Cardiologia é uma das áreas históricas e estratégicas da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Dentro desse ecossistema, a Hemodinâmica e a Cardiologia Intervencionista ocupam posição central por integrarem diagnóstico de alta precisão, intervenção minimamente invasiva, tecnologia de imagem, formação especializada e atendimento de urgências cardiovasculares.

A BP informa que seu setor de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista funciona 24 horas, realiza mais de 10 mil procedimentos por ano e mantém médias de aproximadamente 600 cateterismos e 200 angioplastias coronarianas por mês. A estrutura pública descrita pela instituição inclui seis salas de hemodinâmica, uma sala exclusiva para ritmologia e uma sala específica para angiografia craniana, além de recursos como Flat Panel, FFR e ultrassom intracoronário. [1][2]

Em 2025, a BP reportou mais de 140 mil procedimentos ambulatoriais e internações na linha de cuidado cardiológica para pacientes do SUS. No âmbito da parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, o relatório também registra participação de 19% nos atendimentos de cateterismo cardíaco e 3.174 procedimentos cirúrgicos em pacientes SUS, associados a 9,11% das cirurgias cardíacas adultas do sistema público no Estado de São Paulo. [3]

O presente relatório destaca a Hemodinâmica como síntese de assistência, ciência, inovação e cuidado humano, incorporando o texto autoral “Angioplastia: muito além da colocação de um stent”, escrito a partir de uma experiência pessoal do Prof. Dr. Helio Dias na BP.

Indicadores em destaque

10 mil+procedimentos/ano600 cateterismos/mês200 angioplastias/mês24 h atendimento de emergências
Relatório institucional para divulgação • 7 de agosto de 2026Página

CARDIOLOGIA E HEMODINÂMICA | BP

Sumário

1Cardiologia como área estratégica
2Hemodinâmica: estrutura, escala e tecnologia
3Linha do tempo 2021–2026
4Angioplastia: muito além da colocação de um stent
5A medicina por trás da tecnologia
6Prevenção e continuidade do cuidado
7Um breve testemunho pessoal
8Formação e qualificação em Hemodinâmica
9Impacto institucional e SUS
10Síntese estratégica
11Conclusão
12Referências
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1. Cardiologia como área estratégica

A Cardiologia da BP reúne assistência clínica, cirurgia cardiovascular, cardiologia intervencionista, hemodinâmica, diagnóstico, cuidados intensivos, cardiologia pediátrica, pesquisa e formação especializada. A instituição descreve atendimento cardiológico de emergência 24 horas e um parque hemodinâmico de alta tecnologia integrado à linha de cuidado. [4]

Historicamente, a BP está associada a marcos importantes da cirurgia cardíaca no Brasil. No período recente, esse legado passou a conviver com uma cardiologia cada vez mais baseada em procedimentos minimamente invasivos, avaliação funcional e intravascular, medicina genômica, telemedicina e ciência de dados.

A Hemodinâmica ocupa posição particularmente relevante porque funciona como elo entre diagnóstico e tratamento. O mesmo ambiente que identifica uma obstrução coronariana pode, quando clinicamente indicado, permitir sua intervenção imediata, reduzindo o tempo entre diagnóstico e reperfusão em situações agudas.

Integração da linha cardiovascular

Prevenção e clínicaDiagnósticoIntervençãoSeguimento
Risco cardiovascular, angina, hipertensão, diabetes, dislipidemiaECG, imagem, cateterismo, FFR, ultrassom intracoronárioAngioplastia, stent, TAVI, MitraClip e outras terapias percutâneasUTI, reabilitação, prevenção secundária e acompanhamento

2. Hemodinâmica: estrutura, escala e tecnologia

A hemodinâmica estuda a dinâmica da circulação sanguínea e, na Cardiologia, está diretamente associada à avaliação e ao tratamento do sistema cardiovascular por cateteres. Na BP, essa área é apresentada como referência latino-americana em razão da experiência assistencial, dos recursos tecnológicos e da qualificação das equipes. [1][2]

2.1 Estrutura assistencial

seis salas de hemodinâmica;

uma sala exclusiva para ritmologia;

uma sala específica para angiografia craniana;

anestesiologista em sala durante os procedimentos, segundo a instituição;

funcionamento 24 horas para emergências cardiovasculares;

integração com recuperação, terapia intensiva e demais especialidades cardiológicas.

2.2 Volume e experiência

Segundo a BP, são realizados mais de 10 mil procedimentos por ano no setor, com média mensal de aproximadamente 600 cateterismos e 200 angioplastias coronarianas. O volume traduz exposição contínua a diferentes perfis anatômicos e clínicos, aspecto relevante em um campo em que experiência de equipe, organização de fluxo e resposta rápida são componentes centrais do cuidado. [1][4]

HEMODINÂMICA EM NÚMEROS Mais de 10 mil procedimentos por ano • 600 cateterismos/mês • 200 angioplastias/mês • atendimento 24 horas

2.3 Recursos tecnológicos

RecursoAplicação
Flat PanelSistema digital de imagem de alta definição utilizado para visualizar localização, grau e extensão das lesões.
FFR – Fractional Flow ReserveAvaliação fisiológica do impacto funcional de uma obstrução sobre o fluxo coronariano.
Ultrassom intracoronárioImagem intravascular que fornece informações sobre placa aterosclerótica, calcificação, fibrose e gravidade.
Terapias estruturaisExperiência institucional com TAVI e correção percutânea da insuficiência mitral, entre outras intervenções.
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3. Linha do tempo 2021–2026

O quinquênio mostra uma expansão do foco cardiológico para além do procedimento hospitalar, conectando assistência, inovação, prevenção populacional, SUS e pesquisa.

2021–2022Boas Práticas em Cardiologia
O projeto PROADI-SUS passou a ser conduzido colaborativamente por Hcor e BP em 2022, alcançando 282 UPAs e 30 hospitais; naquele ano, foram registradas 2.126 discussões de casos para apoio à decisão clínica. [5]
2023Cardiogenômica e alta complexidade
A BP reportou expansão da Medicina Genômica para cardiogenômica e neurogenômica, crescimento de 47% e mais de 1.500 consultas; também informou 5.567 procedimentos cardíacos de alta complexidade em 2023. [6]
2024CARDIO4Cities
O projeto de saúde populacional foi ampliado e preparado para expansão nacional, com foco em hipertensão, diabetes e prevenção cardiovascular; o relatório 2024 mencionou potencial de alcance superior a 1,6 milhão de pessoas em novos territórios. [7]
2025Escala SUS e cateterismo
O Relatório de Sustentabilidade 2025 registrou mais de 140 mil procedimentos ambulatoriais e internações na linha cardiológica para pacientes do SUS; no contexto da parceria municipal, a BP informou participação em 19% dos atendimentos de cateterismo cardíaco. [3]
2026Pesquisa e ciência de dados
O projeto CARDIO foi destacado na The Lancet Regional Health – Americas e participou de estudo envolvendo um simulador dinâmico de sistemas de saúde (digital twin) voltado à prevenção e à tomada de decisão em doenças cardiovasculares. [8]
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4. Angioplastia: muito além da colocação de um stent

Como a cardiologia intervencionista transformou o tratamento das doenças coronarianas

Prof. Dr. Helio Dias

Presidente do IVEPESP – Instituto para a Valorização da Educação e da Pesquisa do Estado de São Paulo

As doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte no mundo. A Organização Mundial da Saúde estima que 19,8 milhões de pessoas morreram por doenças cardiovasculares em 2022, correspondendo a aproximadamente 32% das mortes globais. [9]

No Brasil, milhares de pessoas são internadas todos os anos por angina e infarto agudo do miocárdio. Felizmente, nas últimas décadas, a cardiologia evoluiu de forma extraordinária, permitindo tratamentos cada vez mais seguros, menos invasivos e altamente eficazes. Entre esses avanços destaca-se a angioplastia coronariana, procedimento que revolucionou o cuidado dos pacientes com obstruções nas artérias do coração.

Embora amplamente conhecida, muitas pessoas imaginam que a angioplastia consiste apenas na “colocação de um stent”. Na realidade, trata-se de um procedimento altamente sofisticado, resultado de décadas de desenvolvimento científico, tecnológico e médico.

4.1 O que acontece nas artérias coronárias?

O coração é irrigado pelas artérias coronárias, responsáveis por fornecer oxigênio e nutrientes ao músculo cardíaco.

Com o passar dos anos, colesterol, cálcio, tecido fibroso e processos inflamatórios podem formar placas de aterosclerose, reduzindo progressivamente o calibre dessas artérias.

Quando a obstrução se torna significativa, o fluxo sanguíneo pode diminuir, provocando angina e falta de ar. Em situações agudas, a ruptura de uma placa com formação de trombo pode causar infarto do miocárdio.

Quando clinicamente indicada, a angioplastia tem como objetivo restabelecer o fluxo sanguíneo em uma artéria comprometida, preservando o miocárdio e reduzindo as consequências da isquemia.

4.2 Como é realizada a angioplastia?

O procedimento é realizado em um laboratório de Hemodinâmica.

Por meio de um pequeno acesso arterial — frequentemente no punho, pela artéria radial, embora outros acessos possam ser escolhidos conforme a situação clínica — um fino cateter é conduzido até as artérias coronárias.

Após a injeção do meio de contraste, são obtidas imagens que permitem identificar a localização e as características da obstrução.

Quando a intervenção é indicada, um fio-guia ultrapassa a lesão e serve de suporte aos dispositivos utilizados. Um balão pode ser empregado para preparar ou dilatar a região estreitada. Quando há indicação de stent, o dispositivo é posicionado e expandido na lesão, permanecendo como estrutura de sustentação da parede arterial.

Fluxo simplificado do procedimento

Acesso arterialCateterismo e contrasteAvaliação da lesãoFio-guiaPreparação da lesãoStent, quando indicadoControle angiográfico

4.3 O que é um stent?

O stent é uma pequena estrutura metálica expansível, de elevada resistência e flexibilidade, desenvolvida para manter aberta a região da artéria tratada.

Os modelos farmacológicos liberam medicamentos localmente, contribuindo para reduzir a proliferação de tecido no interior do dispositivo e diminuir o risco de reestenose.

O resultado da angioplastia, entretanto, não depende apenas do stent. A tomada de decisão envolve anatomia da lesão, localização, calcificação, extensão da doença, avaliação funcional, características clínicas do paciente, técnica de preparação, qualidade do implante e tratamento medicamentoso posterior.

5. A medicina por trás da tecnologia

A angioplastia é um dos exemplos mais claros da integração entre áreas de conhecimento. Seu desenvolvimento envolveu engenharia de materiais, física médica, radiologia e imagem, ciência dos polímeros, farmacologia, biotecnologia e engenharia biomédica. Mais recentemente, ferramentas computacionais e inteligência artificial passaram a ampliar as possibilidades de análise de imagem, planejamento e avaliação cardiovascular.

ÁreaContribuição à Cardiologia Intervencionista
Engenharia biomédicaCateteres, balões, stents e sistemas de entrega.
Ciência dos materiaisLigas metálicas, propriedades mecânicas e biocompatibilidade.
Polímeros e farmacologiaRevestimentos e fármacos utilizados em stents farmacológicos.
Física médicaFormação de imagem, radiação e qualidade de aquisição.
Computação e IAProcessamento de imagem, apoio à decisão, planejamento e análise de dados.
Medicina baseada em evidênciasSeleção de pacientes, indicação, segurança e avaliação de desfechos.

6. Prevenção e continuidade do cuidado

A angioplastia trata uma consequência localizada da doença coronariana, mas não elimina a aterosclerose como processo crônico e sistêmico. Por isso, o sucesso de longo prazo depende também de prevenção secundária, adesão terapêutica e acompanhamento cardiológico.

controle rigoroso do colesterol;

tratamento adequado da hipertensão arterial;

abandono do tabagismo;

controle do diabetes;

alimentação saudável;

atividade física conforme orientação profissional;

uso correto dos medicamentos prescritos;

acompanhamento periódico.

Entre os medicamentos utilizados após determinadas intervenções, os antiplaquetários têm papel fundamental na prevenção de trombose do stent e não devem ser suspensos sem orientação médica.

7. Um breve testemunho pessoal

Prof. Dr. Helio Dias

Escrevo esta nota também a partir de uma experiência recentemente vivenciada.

Após investigação cardiológica, um cateterismo identificou uma obstrução significativa em uma de minhas artérias coronárias. Com base nesse diagnóstico preciso, foi indicada a realização de uma angioplastia com implante de um stent.

Tive a felicidade de ser atendido pelo Dr. Décio Salvadori Jr. e por sua equipe da Beneficência Portuguesa de São Paulo, que conduziram tanto o cateterismo quanto a angioplastia com elevado padrão técnico, absoluta segurança, serenidade e extraordinário cuidado humano.

Todo o procedimento transcorreu de forma exemplar, permitindo o restabelecimento do fluxo sanguíneo da artéria comprometida e inaugurando uma nova etapa voltada à recuperação e à prevenção cardiovascular.

Vivenciar esse processo como paciente reforçou ainda mais uma convicção que sempre defendi ao longo de minha trajetória acadêmica: investir em ciência, pesquisa, inovação e formação de profissionais altamente qualificados significa investir diretamente na vida das pessoas.

A angioplastia não representa apenas um procedimento médico de alta complexidade. Ela sintetiza décadas de avanços em engenharia biomédica, ciência dos materiais, farmacologia, física aplicada e cardiologia intervencionista.

Quando observamos o sucesso de um procedimento dessa natureza, estamos diante do resultado concreto do trabalho desenvolvido por milhares de pesquisadores, engenheiros, médicos, enfermeiros, técnicos e demais profissionais que transformaram conhecimento científico em esperança e qualidade de vida.

Meu sincero agradecimento ao Dr. Décio Salvadori Jr., à sua equipe e a todos os profissionais da Beneficência Portuguesa de São Paulo que participaram desse momento tão importante. Mais do que restabelecer o fluxo em uma artéria coronária, devolveram-me tranquilidade, segurança e a oportunidade de continuar trabalhando pela educação, pela ciência e pela pesquisa, causas às quais dediquei toda a minha vida.

“Investir em ciência, pesquisa, inovação e formação de profissionais altamente qualificados significa investir diretamente na vida das pessoas.”Prof. Dr. Helio Dias

8. Formação e qualificação em Hemodinâmica

A Hemodinâmica é uma área de alta especialização e exige equipes treinadas para tomada de decisão rápida, manipulação segura de dispositivos, interpretação de imagem e manejo de possíveis intercorrências.

A BP informa que seus médicos de Cardiologia Intervencionista são certificados pela Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista. [1]

O Dr. Décio Salvadori Junior é apresentado pela BP como especialista em Cardiologia Intervencionista e Hemodinâmica, graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, com especialização em Hemodinâmica e Angiocardiografia na própria BP em 1983 e participação em sociedades científicas brasileiras e latino-americanas. [10]

Assistência, ensino e transmissão de conhecimento

A integração entre assistência de alto volume e formação especializada é um componente relevante para a sustentabilidade de um serviço de referência. Em áreas tecnicamente complexas, a educação médica contínua contribui para atualização de protocolos, incorporação responsável de tecnologias e preservação de padrões assistenciais.

9. Impacto institucional e SUS

A relevância da Cardiologia da BP também se expressa na atuação junto ao Sistema Único de Saúde. O Relatório de Sustentabilidade 2025 registra mais de 140 mil procedimentos ambulatoriais e internações na linha de cuidado cardiológica para pacientes do SUS. [3]

No âmbito da parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, a BP informou ser o único parceiro da Secretaria, na área de Cardiologia, a ofertar toda a linha de cuidado. O mesmo relatório registra mais de 143 mil atendimentos ambulatoriais, 3.174 internações SUS no município e participação de 19% nos atendimentos de cateterismo cardíaco. [3]

Esses indicadores reforçam a importância da Hemodinâmica não apenas para a assistência privada, mas também como parte de uma rede de alta complexidade que contribui para ampliar acesso a diagnóstico e tratamento cardiovascular.

Indicador 2025Dado divulgado pela BP
Linha de cuidado cardiológica SUS> 140 mil procedimentos ambulatoriais e internações
Parceria SMS-SP> 143 mil atendimentos ambulatoriais
Internações SUS no município3.174
Cateterismo cardíaco19% dos atendimentos, segundo o relatório 2025
Cirurgias cardíacas adultas SUS/SP9,11%, conforme indicador divulgado pela BP

10. Síntese estratégica

A Hemodinâmica é particularmente adequada para representar institucionalmente a Cardiologia da BP porque reúne, em um único setor, cinco dimensões de alto valor: escala assistencial, alta complexidade, tecnologia, formação profissional e impacto social.

ASSISTÊNCIA Volume expressivo de cateterismos, angioplastias e demais procedimentos cardiovasculares.
ALTA COMPLEXIDADE Capacidade de diagnóstico e intervenção em doença coronariana, valvopatias, arritmias e outras condições.
TECNOLOGIA Flat Panel, FFR, ultrassom intracoronário e terapias estruturais.
FORMAÇÃO Equipe especializada e integração com educação médica.
IMPACTO SOCIAL Participação relevante na linha cardiológica do SUS e em projetos nacionais de qualificação da assistência.

Mensagem institucional central

A Hemodinâmica da BP representa muito mais do que um espaço destinado à realização de cateterismos e angioplastias. É um ambiente no qual ciência, tecnologia, experiência profissional e cuidado humano convergem para transformar diagnóstico em tratamento e conhecimento em oportunidade de vida.

11. Conclusão

A evolução da Cardiologia Intervencionista demonstra de maneira particularmente clara o impacto da pesquisa científica sobre a sociedade. Procedimentos atualmente realizados por pequenos acessos vasculares resultam de décadas de investigação em medicina, física, engenharia, materiais e farmacologia.

Na BP, a estrutura de Hemodinâmica associa elevado volume de procedimentos, atendimento 24 horas, tecnologias avançadas e profissionais especializados. Em conjunto, esses elementos conferem ao setor papel de destaque na Cardiologia institucional. [1][2]

A experiência pessoal relatada neste documento acrescenta uma dimensão humana aos indicadores: a tecnologia só adquire significado pleno quando se converte em segurança, confiança, recuperação e continuidade de vida.

A angioplastia simboliza, nesse contexto, muito mais do que a colocação de um stent. Ela representa o encontro entre conhecimento acumulado, precisão técnica, trabalho multiprofissional e cuidado.

Defender a educação, a ciência, a pesquisa e a inovação não é apenas promover o desenvolvimento de um país; é contribuir diretamente para preservar vidas e construir um futuro melhor para toda a sociedade.

Prof. Dr. Helio Dias
Presidente do Instituto para a Valorização da Educação e da Pesquisa no Estado de São Paulo – IVEPESP
https://ivepesp.org.br/membro/helio-dias/

12. Referências

Fontes institucionais e técnico-científicas consultadas. Acesso em 7 de agosto de 2026.

1. BP – Cardiologia Intervencionista

2. BP – Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista

3. BP – Relatório de Sustentabilidade 2025

4. BP – A Cardiologia

5. BP – Boas Práticas em Cardiologia (PROADI-SUS)

6. BP – Relatório de Sustentabilidade 2023

7. BP – Relatório de Sustentabilidade 2024

8. BP – BP na The Lancet Regional Health – Americas

9. Organização Mundial da Saúde – Cardiovascular diseases (CVDs), atualização de 31 jul. 2025

10. BP – Perfil profissional: Decio Salvadori Junior

Observação: os indicadores institucionais podem ser atualizados pela BP. Em versões públicas futuras, recomenda-se reconfirmar os números no portal e nos relatórios oficiais mais recentes.